sexta-feira, 10 de maio de 2013

INCENDEIA RENOVAÇÃO


No último final de semana, dias 04 e 05 de maio, aconteceu o primeiro encontro para pregadores da diocese de Criciúma, realizado na Capela Santa Bárbara, no bairro Aurora, em Içara. Cerca de 100 pessoas estiveram presentes, dentre elas as que desejam servir a este ministério até os pregadores de caminhada. Todos em busca de aprimoramento a fim de atingir com eficácia os objetivos do carisma da pregação.


 O encontro contou com as pregações do coordenador da RCC de Criciúma, Ronaldo Alves Canto, do coordenador diocesano do ministério de pregação, Rudmar Reis da Silva, e do coordenador do ministério de pregação do Estado de Mato Grosso e membro do núcleo nacional, Pedro Ferreira do Nascimento.


Pedro falou em suas pregações da importância de amarmos nossa Igreja, de não termos medo de assumir que o único Salvador é Jesus Cristo. Lembrou dos mártires que preferiram morrer a renunciar à fé e o amor à Cristo. Além disso, baseado na Palavra de I Jo 5,4b “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”, ressaltou que podemos mudar a situação em que o mundo se encontra por meio da fé e da ação.


O coordenador do ministério de pregação do Estado do Mato Grosso comentou sobre sua passagem por Santa Catarina. Afirmou que estar na diocese de Criciúma é uma graça de Deus e uma oportunidade de crescimento. Pedro acredita que através do encontro o ministério de pregação pôde ser reavivado, renovado, e isto se estenderá por toda a diocese, onde homens e mulheres de boa vontade serão tocados cada dia mais. “A fé católica não nasceu de uma teoria, nasceu de um acontecimento”, com essas palavras Pedro destacou a importância da igreja Católica aos servos da RCC Criciúma.


"DIGA AOS MEMBROS DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA
QUE EU OS AMO MUITO".
( Papa Francisco )


"Conheço tuas obras, teu labor e tua perseverança, e sei que não podes suportar os malvados. Puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são, e comprovaste que são mentirosos. És perseverante: sofreste por causa do meu nome e não perdeste a coragem" (Ap 2,1-7).

terça-feira, 7 de maio de 2013

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA GANHA ESPAÇO NAS UNIVERSIDADES


Ministério das Universidades Renovadas da RCC avançam, ocupando espaços 
nos intervalos das aulas.

Ao invés dos 'trotes', os estudantes do primeiro semestre do campus da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) de Tangará da Serra, a 242 quilômetros de Cuiabá, recebem um acolhimento fora do convencional, o chamado 'acalouramento'. Com músicas e orações, os colegas veteranos falam da palavra de Deus e desejam boas vindas aos calouros.
Para a universitária Nilselena Aparecida Ferreira, o convite para o acolhimento no grupo foi uma surpresa. “Nós não esperávamos ser convidados para um programa religioso dentro da universidade. Fiquei emocionada e creio que meus amigos também. No início, havia um receio nosso com a ideia de ter um grupo de oração dentro da universidade. Nunca ouvi falar a respeito disso”, relatou.

No Brasil, há aproximadamente 600 grupos de oração, denominados GOU. Em Mato Grosso são 30. O Grupo de Oração Universitário faz parte da Renovação Carismática Católica. Os jovens participam duas vezes por semana de encontros preparados por voluntários sempre em um local diferente dentro da instituição de ensino. Segundo a coordenadora diocesana do Grupo de Oração Universitário (GOU), Rejane Monge, essa forma diferente receber e evangelizar os acadêmicos dentro da Unemat é realizada há sete anos.
A integrante do GOU, Aline Schwaab, está no sétimo semestre do curso de letras e frequenta o grupo desde que ingressou na universidade. “Com esse grupo dentro da universidade podemos provar que ciência e religião podem sim andar juntas”. Para Ademir Manoel Ferreira, a participação nos encontros foi além da universidade. “Eu tenho uma paixão muito grande por esse grupo porque ele me sustentou durante os quatro anos dentro da universidade, nas dificuldades que eu tive. Então eu não consigo abandoná-lo, mesmo depois de formado”, destacou o rapaz, que hoje é autônomo.
De acordo com o Frei Darlan Dal Maso, o grupo serve ainda para mostrar que dentro da universidade pode haver religiosidade. “A fé é importante em todos os momentos e claro na universidade também. Universitário não fica só na rua brigando ou fazendo bagunça. Universitário canta, louva, reza a Deus pedindo força e bençãos sobre os estudos”.

"Jesus é viver e anúnciar"
Fonte: Do G1 MT

quinta-feira, 2 de maio de 2013

CRUZ SINAL DE CONTRADIÇÃO


Algumas pessoas não católicas dizem que a cruz é um símbolo pagão 
e que não deve ser usada. 
Mas esta afirmação não está de acordo com o que a Igreja Católica sempre viveu 
e ensinou desde os seus primórdios e também não concorda com os textos bíblicos
que louvam e exaltam a Cruz de Cristo. Senão vejamos:

Mt 10, 38 – Jesus disse: “Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim”.

Mt 16, 24 – “Em seguida, Jesus disse a seus discípulos: Se alguém quiser vir comigo
renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”.

Lc 14, 27 –“E quem não carrega a sua cruz e me segue, não pode ser meu discípulo”.

Gl 2, 19 – “Na realidade, pela fé eu morri para a lei, a fim de viver para Deus. 
Estou pregado à cruz de Cristo”.

Gl 6, 12.14 – “Quanto a mim, não pretendo, jamais, gloriar-me, a não ser na cruz de nosso 
Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”.

1Cor 1,18: “A linguagem da Cruz… para aqueles que se salvam, para nós, é poder  de Deus”.

1Cor 1, 17: “… anunciar o  Evangelho, sem recorrer à sabedoria da linguagem
a fim de que não se torne inútil a Cruz de Cristo”.

Quando o imperador Constantino o Grande, enfrentou seu rival Maxêncio sobre a ponte 
Milvia próximo do ano 300,  viu nos céus uma cruz luminosa acompanhada 
dos dizeres: “In hoc signo vinces!” (Por este sinal vencerás). 
Constantino, então, colocou a sua pessoa e o seu exército sob a proteção 
do sinal da cruz e venceu Maxêncio, tornando-se imperador supremo de Roma
proibindo em seguida a perseguição aos cristãos pelo Edito de Milão, em 313.

O símbolo resultante da sobreposição das letras gregas X e P, iniciais de Cristo em grego
lembrava Cristo e a Cruz e foi representado no estandarte de Constantino. 
No fim do século IV, tomou a forma que lembrava a Cruz.

Após a conversão de  Constantino († 337) a cruz deixou de ser usada 
para o suplício dos condenados e tornou-se  o símbolo da vitória de Cristo 
e o sinal dos cristãos, como mostra de muitas maneiras 
a arte, a Liturgia, a piedade particular e a literatura cristã. 
A cruz tornou-se, então, sinal da Paixão vitoriosa do Senhor. 
Conscientes deste seu valor, os cristãos ornamentavam a cruz com palmas e pedras preciosas.

Os Padres da Igreja como Tertuliano de Cartago e Hipólito de Roma, já nos séculos II e III
afirmavam que os cristãos se benziam com o sinal da Cruz. 
Os mártires tomavam a cruz antes de enfrentar a morte e os santos 
não se separavam da cruz. 
As Atas dos Mártires mostra isso.

No entanto, muito antes de Constantino, Tertuliano (†202) já escrevera: 
“Quando nos pomos a caminhar, quando saímos e entramos, quando nos vestimos
quando nos lavamos, quando iniciamos as refeições, quando nos vamos deitar
quando nos sentamos nessas ocasiões e em todas  as nossas demais atividades
persignamo-nos a testa o sinal da Cruz (De corona militis 3)*.

S. Hipólito de Roma († 235), descrevendo as práticas dos cristãos do século III, escreveu: 
“Marcai com respeito as vossas cabeças com o sinal da Cruz. 
Este sinal da Paixão opõe-se ao diabo e protege contra o diabo, se é feito com fé
não por ostentação mas em virtude da convicção de que é um escudo protetor.

É um sinal como outrora foi o Cordeiro verdadeiro; ao fazer o sinal da  Cruz na fronte 
e sobre os olhos rechaçamos aquele que nos espreita para nos condenar” 
(Tradição dos Apóstolos 42)*.
No  Novo Testamento a Cruz é símbolo da virtude da penitência, domínio das paixões 
desregradas e do sofrer por amor de Cristo e da Igreja pelas salvação do mundo. 
Seria preciso apagar muitos versículos do Novo Testamento para dizer que a Cruz é um símbolo introduzido no século IV na vida dos cristãos. 

O sinal da Cruz é o sinal dos cristãos ou o sinal do Deus vivo, de que fala Ap 7, 2.
Fazendo eco a Ez 9,4: “Um anjo gritou em alta voz aos quatro Anjos que haviam 
sido encarregados de fazer mal à terra e ao mar: “Não danifiqueis a terra, o mar e as árvores
até que tenhamos marcado a fronte dos servos do nosso Deus”.
São Clemente de Alexandria, no século III, chamava a letra T (tau), símbolo da cruz
de “figura do sinal do Senhor” (Stromateis VI 11)*.

Por tudo isso, a vivência e a iconografia dos cristãos, desde o século I, deram à cruz sagrada um lugar especial entre as expressões da fé cristã. Daí podemos ver que é totalmente errônea a teoria de que a Cruz é um símbolo pagão introduzido por influência do paganismo na Igreja e destinado a ser eliminado do uso dos cristãos. Rejeitar a  Cruz de Cristo é o mesmo que rejeitar o símbolo da Redenção e da esperança dos cristãos.

Por Dom Estevão Bettencourt
acesse também:

terça-feira, 30 de abril de 2013

ARDOR MISSIONÁRIO DE JALINE


18 anos! 
Idade das responsabilidades, tempo de sair do colo dos pais para começar a se pensar numa profissão, o que seguir, qual caminho percorrer...
Raramente algum jovem queima esta etapa da vida sem passar por tribulações. Mas quando Deus se manifesta por meio dos exemplos e testemunhos ao nosso redor, a vida começa a ganhar novo sentido. Foi o que aconteceu com a jovem Jaline Pereira, do estado de Rondônia.

Aos 18 anos, ela acaba de assumir a coordenação do Ministério de Comunicação Social em sua diocese e conta o que mudou na sua vida depois que conheceu a Renovação Carismática Católica. Como foi sua experiência pessoal com Jesus, desde o primeiro amor ao chamado a ser missionária, quando participou do encontro com a conterrânea Rita de Cássia, uma das missionárias que foi para o país de Uganda, na África, representar a RCCBRASIL.

“Meu nome é Jaline da Silva Pereira, tenho 18 anos e participo há quatro anos do Grupo de Oração  Água Viva, na cidade de Presidente Médici, RO. Já fui coordenadora da Comunicação no meu Grupo de Oração e do Ministério da Dança. Minha família sempre foi católica. Quem me levava para a RCC era minha avó paterna. Depois que ela foi embora, nunca mais fui. Vivi uns bons anos longe da Igreja, indo para a catequese e à missa por obrigação.
Tinha muito medo de decepcionar minha avó. Vivi uma vida de “cristão Raimundo”! Um pé na Igreja e outro no mundo. Já andei com muita gente, em vários lugares, bem longe de Deus. E se Jesus não tivesse me resgatado, acho que hoje eu poderia estar em uma clínica de reabilitação para dependentes, ser uma drogada ou algo do tipo.
 
Sempre pensava em minha avó, nunca fui influenciável, mas eu sabia que uma hora eu poderia ceder.
Posso dizer que conheci a RCC verdadeiramente no final de 2008 e me firmei em 2009, em um retiro de carnaval que fui tocada por Jesus. Depois disso só foi felicidade! Conheci o verdadeiro amor e nunca mais quero ficar longe dele. Jesus é bom demais!

A coordenação diocesana da Comunicação foi algo inesperado, mas veio do coração do Senhor. Durante o tempo da Quaresma, como todo cristão se recolhe em oração, o Senhor mudou totalmente meus planos! Estou em uma fase de muitas escolhas e a mais constante é a decisão do meu curso superior.

Havia me decidido por um curso que me afastaria da vontade de Deus e foi em momentos de oração que o Senhor me revelou o que Ele quer que eu faça! Iniciarei brevemente no curso de Jornalismo. E foi então, que após essa revelação, recebi o convite para ser coordenadora diocesana da Comunicação.

O Chamado do Senhor para mim vai mais além e eu sinto isso. Se esse constante ardor continuar e se for mesmo da vontade Dele, quero participar da Escola Nacional de Formação para Missionários. Ele me chama e eu sinto cada vez mais forte, desde o encontro diocesano do ano passado, onde seria o envio da nossa conterrânea Rita de Cássia. No final do encontro, ela proclamou que sairia dali dez vocacionados! Tanto para missão, quanto para seminaristas e freiras. E eu senti muito forte, muito forte mesmo o chamado! Foi tão forte que quando eu reparei, já estava lá na frente com os outros. Eles oraram pelos dez e depois desse encontro eu não fui a mesma. Fico maravilhada vendo as fotos que a Rita posta no Facebook da missão Uganda. Meu coração bate mais forte, como se tivesse dizendo: VAI também! VAI! VAI!

Além de viver esta experiência na RCC, foi neste Movimento que aprendi a amar ainda mais a Eucaristia e Maria. Hoje posso dizer: Sou Católica verdadeiramente, pois só amamos aquilo que conhecemos!”
 

"DIGA AOS MEMBROS DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA QUE EU OS AMO MUITO"

 
Dom Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, presidiu ontem a missa que encerrou o segundo dia da 36ª Assembleia Nacional italiana da Renovação Carismática, em Rimini.
Antes da missa, Fisichella transmitiu uma mensagem inesperada, que, literalmente, fez explodir de alegria os quinze mil presentes. Após o sinal da cruz, ele dirigiu a todos a saudação afetuosa do papa Francisco. "Antes de começar esta celebração, eu trago a vocês uma saudação. Esta manhã, antes de sair, eu encontrei o papa Francisco e lhe disse: Santo Padre, vou a Rimini, onde estão reunidos milhares e milhares de fiéis da Renovação Carismática, homens, mulheres, jovens. O papa, com um grande sorriso, me disse: Diga a eles que eu os amo muito. E como se não bastasse, antes de se despedir ele acrescentou: Escute, diga a eles que eu os amo muito porque na Argentina eu era o responsável. E por isso eu os amo muito".

Em sua homilia, Fisichella dedicou palavras de afeto aos participantes do grande encontro, agradecendo-lhes "pela grande obra de nova evangelização que já estão realizando há um longo tempo", mas que "se abre diante do esforço de todos através do Plano Nacional para a Nova Evangelização, que passa a ser a bússola para trabalhar e agir no coração da Igreja".

Em sua pregação breve e concreta, dom Rino focou em seguida no "trabalho" da nova evangelização e na figura de Jesus como "o mestre que nos acompanha e que não nos abandona, num mundo em que tantas vezes o cristão tem que andar na contramão".

Ele também lembrou que Jesus é a "revelação que indica o caminho que Deus sempre planejou para nós". E acrescentou: “A pergunta de Tomás é a nossa pergunta: Senhor, Tu és o caminho, mas como podemos conhecê-lo?".

"O segredo da nossa existência, a realização plena da felicidade, vem quando aceitamos o plano de Deus para nós e o colocamos em prática. Mas nem sempre o que o coração entende chega a uma realização plena e concreta".

Uma "realização", enfatizou o bispo, que só se encontra em Cristo, que nunca nos deixa sozinhos: "Ele é a via para sabermos quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Ele nos mostra o objetivo". A nova evangelização, portanto, "nos chama a fazer da fé a nossa certeza, a construir a vida em Jesus Cristo".

O testemunho, por isso, disse o presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, "não pode negligenciar a proclamação da esperança da ressurreição, que contrasta com a tendência da cultura da morte, na qual a falta de Deus remove toda perspectiva e direção futura. Temos que nos tornar peregrinos: o objetivo é Ele, Jesus. É com este objetivo que temos que nos reunir".
 
Estaremos intercedendo por vós, nosso amado é querido
PAPA FRANCISCO