domingo, 26 de maio de 2013

SERVOS DO GRUPO DE ORAÇÃO EM ORDEM DE BATALHA

 Servos do Grupo de Oração Rainha da Paz e Jovens
do Grupo de Oração Coração Adorador.
Participam Encontro para formação de novos servos
para o ministeriado de Oração por Cura e Libertação
que aconteceu dia 25 de maio na comunidade da Vila São Jorge 
Paróquia de Siderópolis.
Momento de avivamento todo voltado ao Senhorio de Jesus Cristo
base da formação de instrução, pregação prática.
e prepare-se para o terceiro encontro em junho dia não definido
 

"... falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno 
mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados" (Mc 15,18).

Imagem: Selso Moraes

JOVENS DO GRUPO DE ORAÇÃO NO CAMINHO DA FORMAÇÃO


15 JOVENS DO GRUPO DE ORAÇÃO JOVEM
CORAÇÃO ADORADOR PARÓQUIA NOSSA SENHORA
APARECIDA FAZEM A PRIMEIRA FORMAÇÃO E 
APROFUNDAMENTO PARA NOVOS SERVOS.



ATENÇÃO SERVOS DE GRUPOS!
Neste domingo teremos formação para todos os servos de Grupos de Oração Jovem!
Confira o local de formação do seu grupo e participe! Todas as formação serão das 8h às 16h!

Região 01
Local: Igreja Matriz Paróquia Santo Agostinho - Rio Maina
Grupos: Deus é dez, Seguidores de Cristo, Unidos pelo Espirito Santo - Upe, Indentidade Jovem, Fanuel, JUPI (Núcleo), Herdeiros de Deus, Coração Adorador, JUSC, Maria de Fátima, Renascidos em Cristo, Servos de Deus, Unidos em Cristo, Avivamento em Cristo, Espirito Jovem, Exercito de Salvação, Bairro Saturno (Núcleo).


Região 02
Local: Auditório São José - Catedral Diocesana
Grupos: Herdeiros do Céu, Mensageiros de Salete, Anjos de Deus, Renascer Jovem, Missão Resgate, Coração Sarado, Herdeiros de Cristo, Eterna Aliança, Discipulos de Emaus, Mensageiros Renovados em Cristo, Testemunho Vivo, Deus Basta, Emanuel, Face de Cristo.

Região 03
Local: Igreja Sagrada Família – Cidade Alta - Araranguá
Grupos: Guiados por Cristo, Mais que Amigos, Escudo da Fé, Coração Adorador (Sta Rosa), Filhos de Maria, Sombrio (Núcleo), Unidos na Fé.

Região 04
Local: Capela Santa Bárbara – Bairro Aurora - Içara
Grupos: Renovados pelo Espirito Santo, Ktivados por Jesus, Guiados por Jesus, Liberdade em Cristo, Sentinelas, Caminho da Paz, Guerreiros de Deus, Sacrário Vivo, Face de Deus.

Image: Selso Moraes

sábado, 25 de maio de 2013

O HOMEM MODERNO BUSCA A RELIGIÃO PARA “SE SENTIR BEM”, MAS SE AFASTA DA VERDADE


A religião ideal para a modernidade é áfona, retraída, irrelevante.
No fim, são os antirreligiosos que assumem o papel de profetas, de pregadores, de donos da verdade.
 
Esperar moderação de um religioso é negar-lhe o que ele possui de mais característico: a posse de uma cosmovisão totalizante. O que é uma religião senão uma explicação da existência, do universo e das razões últimas das coisas? E se explica tudo, tudo abarca. Nada, dessa forma, se encontra fora do seu campo de interesse, nada deixa de ser penetrado por ela. Por isso, não existe laicidade para o religioso, já que nada se encontra separado de sua fé. Sendo assim, buscará “impor” o que acredita ser o melhor para todos. E se o melhor se encontra no que sua própria religião ensina, é em favor disso que lutará.

E antes que os apóstolos deste século reclamem dessa impostura beata, saibam que nem mesmo os maiores adeptos da laicização escapam desse desejo de a todos impor o que acreditam. Os valores podem ser diferentes, mas o objetivo é o mesmo. Ninguém que atua em jogos políticos faz isso para ver os interesses dos outros aplicados. Cada um busca impor seus próprios interesses. Se puderem, farão que todos aceitem suas ideias.  Se não puderem, aguardarão o momento certo de fazer isso. Pensando dessa maneira, qual a diferença entre abortistas que requerem o chamado direito de escolha e fiéis que lutam pelo direito à vida? Em termos práticos de política, nenhuma. Todos buscam impor suas convicções. E para isso existe a política.

Quando um religioso atua politicamente, o mínimo que se espera dele é que tente impor seus valores também. Seria até injusto, enquanto todos lutam para verem suas convicções aplicadas, apenas o religioso não poder fazer isso. Ele, sem ferir a liberdade comum, deve lutar até o fim para aquilo que ele acredita ser o melhor, aquilo que representa o bem, seja recepcionado pelas normas de seu país. O religioso, em sua atuação política, não faz nada diferente de ninguém. O que ele busca é o que todos buscam: a imposição de regras para uma sociedade melhor. O problema é que cada um tem a sociedade ideal segundo suas próprias convicções.

Portanto, quando alguns atores políticos esperneiam contra os religiosos na política, fazem isso apenas como tática para desmoralizá-los, para afastá-los do jogo e, por fim, acabar impondo suas próprias ideias. Na verdade, eles sabem que suas próprias atuações em nada diferem da dos pastores e leigos  que publicamente se movem no mundo da política. Teoricamente, todos estão trabalhando por uma sociedade melhor, segundo suas próprias convicções do que é melhor.

Por que um religioso afirmar que aborto é crime se torna uma imposição sufocante e afirmar que afirmar isso é crime não é? São duas faces da mesma moeda. São duas visões que lutam para se impor. Por que, então, apenas o religioso é visto como um louco fascista tentando enfiar goela abaixo suas convicções? Na verdade, todos querem fazer isso, e se não fazem é apenas porque não conseguem.

Porém, de alguma maneira, eu compreendo porque as coisas acontecem desse jeito. Lembremos que vivemos em um mundo moderno. Neste mundo moderno, a religião também é moderna. Sendo moderna, seu papel é ser uma opção, não uma explicação. O homem moderno busca a religião para se sentir bem, não para saber a verdade.

A religião moderna é, com efeito, uma mera expressão da subjetividade. Não trata de valores universais, de uma explicação da existência. Religião é apenas um refúgio, para o homem moderno se esconder de vez em quando, aliviando as tensões acumuladas em sua vida laica.

Essa é a religião que eles querem, a religião de uma Nova Ordem: sem vocação política, sem soluções para os homens. A religião ideal para a modernidade é áfona, retraída, irrelevante.

No fim, são os antirreligiosos que assumem o papel de profetas, de pregadores, de donos da verdade. São eles que se apresentam como os portadores das virtudes que devem ser impostas a todos. São eles que sabem o que é melhor para o mundo. Eles são os promotores do bem.

E o que eles esperam da religião é que ela seja uma expressão de fé tão íntima e tão pessoal que não tenha capacidade de oferecer qualquer resposta aos problemas da sociedade. Na verdade, querem que ela seja apenas morna, talvez para que, no fim, seja vomitada pelo seu próprio Deus.
 
Fábio Blanco – advogado e teólogo.

domingo, 19 de maio de 2013

INVOCAMOS O ESPÍRITO SANTO INTERCESSOR


 teologia afirma que há duas correntes que apontam para o surgimento da Igreja; uma primeira afirma que foi na Cruz, pelo fato de ser o grande sacrifício de amor de Cristo pela humanidade. A outra corrente, que para nós há uma especial importância, afirma que o surgimento da Igreja se deu em Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado abundantemente sobre aqueles que estavam no cenáculo.
O evento de Pentecostes evidência o cumprimento da promessa do Senhor que, antes de ascender aos céus, garantiu aos seus discípulos e a cada um de nós que o derramamento do Espírito seria causa de força e testemunho para todos, até a segunda vinda do Senhor (At 1, 8). Não há, portanto, nenhum espaço para desviar do caminho, enfraquecer, esfriar na fé, pois temos os céus abertos para nós e uma constante corrente de graça, um advogado, um intercessor, o próprio Espírito! Aleluia!
Na festa de Pentecostes a Igreja reunida repete o clamor dos apóstolos feito no cenáculo: “Envia teu Espírito Senhor e renova a face da terra”. A efusão no Espírito Santo possibilita uma abertura à vontade do Senhor de forma que nos configuramos a Cristo, tornando-nos partícipes na construção de novos céus e nova terra (II Pd 3, 13). Isto é Maravilhoso!
Confesso que espero ansiosamente, contando nos dedos, a chegada da Solenidade de Pentecostes, com sua liturgia solene, a fim de experimentar a graça que a Igreja primitiva viveu, este grande momento da manifestação gloriosa do amor de Deus em nossas vidas, que nos exorta a sermos testemunhas vivas do Evangelho nesse tempo. É contagiante, não há como não anunciar o nome de Jesus e testemunhar o seu amor depois de se receber, verdadeiramente o Espírito Santo!
Que tenhamos uma renovação da nossa missão de cristãos ao viver essa solenidade, para que cada vez mais nos aproximemos da santidade!



Adriano José Mendes

Presidente do Conselho da Renovação Carismática Católica de Santa Catarina

sexta-feira, 17 de maio de 2013

UM NOVO PENTECOSTES DEVE ACONTECER SEMPRE


Um novo Pentecostes, existencial e espiritual, deve acontecer sempre, em todas as épocas e para todos os cristãos. A passagem de direito para a nova aliança dá-se no instante preciso do batismo, mas a passagem moral, psicológica – ou de fato – requer uma vida inteira. Pode-se viver objetiva e historicamente sob a graça, mas subjetivamente, com o coração, sob a lei.

Cristo nos libertou para que fôssemos livres: “ficai, portanto, firmes e não vos submetais outra vez ao jugo da escravidão” (Gl 5,1). Viver na nova aliança é como nadar contra a correnteza; se parar de nadar, a pessoa é arrastada pelas águas. Continuamente, todos os dias, é preciso renovar a novidade.


A novidade cristã é ofuscada quando se insiste unilateralmente nos deveres, nas virtudes, no que deve ser feito pelo homem, quando a graça é vista como um auxílio para o homem, a fim de suprir o que ele não pode fazer sozinho.

O centro de atenção desloca-se de Deus para o homem e da graça para a lei. Os homens podem dar leis, mas só Jesus Cristo pode, com Seu Espírito, nos dar a graça de vivê-las.

Em consequência do pecado, o ser humano não consegue ver a grandeza da nova aliança, pois está impedido por uma espécie de véu, que será removido somente quando nos convertermos ao Senhor (cf. II Cor 4,14ss).

É preciso despojar-se de tudo o que é velho e ultrapassado. É preciso cantar o cântico novo, mas esse cântico só pode ser cantado por homens novos, e homens novos necessitam de coração novo. Com o Pentecostes, tudo é novo: novo testamento, vinho novo, cântico novo, vaso novo e homem novo. Só quem tem coração novo é capaz de cantar o cântico novo.




Cristo nos deu um mandamento novo: amar-nos uns aos outros como Ele nos amou. É este amor que nos renova, fazendo-nos homens novos, herdeiros do testamento novo, cantores do cântico novo.

Um novo Pentecostes precisa ir além da experiência dos carismas. Por mais importantes que sejam, eles são apenas um sinal de algo muito mais profundo. Se o primeiro Pentecostes celebrava o dom da lei, o novo Pentecostes é o grande presente de Deus, que cria o coração novo e a nova aliança, possibilita-nos um jeito novo de amar e servir a Deus.

Além da profecia de Joel sobre os carismas, que é a certeza da realização do derramamento do espírito profético sobre todos os fiéis, também o novo Pentecostes é o cumprimento da profecia de Ezequiel e de Jeremias sobre o coração novo.

O Espírito Santo é muito mais do que a manifestação carismática. Antes, é um princípio de vida nova. Ele permite e realiza a renovação da Igreja, não só em seu aspecto exterior, mas, sobretudo, consiste na renovação do coração.

Para cada um de nós, a porta de entrada para este novo Pentecostes atuante na Igreja é uma renovação do batismo. O fogo do Espírito nos foi depositado nesse sacramento; devemos remover a camada de cinzas para que volte a arder e nos tornemos capazes de amar.

RCCBRASIL